A importância de barrar estereótipos que distorcem a primeira impressão

A nossa percepção de mundo é formada por conclusões de situações que já vivemos, aprendemos e repetimos a cada novo contexto que presenciamos. Tudo o que pensamos, percebemos e constatamos tem um motivo interpessoal envolvido e que contém estereótipos

Descubra como o diálogo e a leitura podem ser fundamentais na construção de relações saudáveis e que valorizam as diferenças.

Como os estereótipos interferem nas percepções pessoais?

Os estereótipos são criados pela sociedade e se propagam há gerações, pela crença popular, por meio de diversos canais como novelas, revistas, filmes, músicas, desenhos e até mesmo, livros. 

São julgamentos que “definem”, padronizam uma pessoa e se dividem em diversas vertentes, como “padrão” de beleza, econômico, profissional, étnico e de gênero, rotulando sua personalidade e justificando comportamentos, que com o passar do tempo se tornam, erroneamente, “normais”. 

Quando conhecemos uma pessoa, a ação inicial que o cérebro conduz é buscar uma definição que a torne familiar e provoque identificação, e quando estamos cercados de estereótipos, é à eles que a mente recorre e molda nossa primeira impressão.

Antes de definir uma pessoa, devemos ouvi-la para entender seus pensamentos e posicionamentos, o que ela tem a contar, a forma como ela percebe o mundo e não julgar por suas características físicas e sociais. 

Esse assunto é essencial para os pais conversarem com os filhos, pontuando o que realmente faz sentido analisar ao conhecer uma pessoa e só a partir daí, construir a primeira impressão, sem usar estereótipos

A beleza está na diversidade que vive em cada ser humano, suas particularidades e individualidades que o tornam único. 

Barrando estereótipos em família

Como sabemos, o papel da família é muito importante na construção de nossa identidade e percepções, por isso, dialogar sobre crenças estereotipadas e julgamentos pré definidos é essencial dentro de casa. 

Uma dica muito especial para ajudar os pais nessa tarefa, é presentear seus filhos com livros sobre temas relevantes, como este que conversamos. Ler em família, além de ser um hábito que agrega na união e diversão, também pode trazer ensinamentos e direcionamentos aos pequenos e jovens leitores. 

O livro “Pensando no X da Questão” é um deles, disponível na loja virtual da Editora do Brasil, além de aproximar a fantasia da realidade, conta a história de um menino que tirava conclusões das pessoas por meio da primeira impressão e que vai trazer muitas reflexões e aprendizados sobre como as aparências enganam. 

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Quais são os mitos da adolescência e como desmistificá-los?

A transição da fase infantil para a adulta é cercada de modificações sensoriais, psíquicas, físicas e biológicas naturais e necessárias, assim como de crenças incertas impostas há gerações, que atrapalham o entendimento dos pais e afetam diretamente suas relações com os filhos. 

Vamos esclarecer quais são os mitos da adolescência e como desmistificá-los pode contribuir para uma conexão saudável entre a família?

Mitos da adolescência

Como é a fase de transição?

A idealização da fase rebelde é construída muito antes da criança nascer, os pais acompanham o crescimento do filho já se preparando para enfrentá-la, mas não se deve encarar esse momento como uma batalha. Pelo contrário, deve se vivenciar como um período de compreensão, companheirismo, empatia e amizade.

No momento da infância, os pais possuem o controle total sobre a criança, o que vestem, o que comem, com o que brincam, com quem estão e onde vão, o que é completamente desfigurado na adolescência.

Quando os jovens passam a ter suas próprias escolhas, gostos, opiniões e posicionamentos, os pais se assustam e passam a ficar no modo defensivo e reativo à nova realidade, o que acaba gerando uma barreira entre a família. 

A nova imagem que é construída em cima do jovem é que ele é egoísta, individualista, egocêntrico e preguiçoso, mas na verdade é apenas uma maneira que usa para descobrir novas sensações, experiências, com muita curiosidade e energia para conhecer e explorar a nova visão que passa a ter da vida, na busca de fazer parte de algum espaço e se sentir pertencente e útil em sua individualidade.

Onde entram os hormônios?

Todas as conclusões sobre os jovens são resumidas nas mudanças hormonais que se intensificam nessa fase, mas essa condição não é a resposta para todos os novos comportamentos, sendo mais um dos mitos da adolescência que deve ser ressignificado. 

As novas formas comportamentais, além dos hormônios, são consequências da formação de novos circuitos neuronais no cérebro, que exclui neurônios que não são mais úteis e ativam outros, intensificando as reações. Mas nem só de hormônios é formado o adolescente, por isso, um entendimento amplo dessa fase pode melhorar os laços da família.

Na adolescência os pais precisam permitir que o jovem tenha mais horas de sono, que se alimente mais…Também é necessário que proporcionem mais liberdade, mas sempre conversando e alertando sobre riscos e cuidados.

É preciso apoiar em atividades físicas para gastarem energia, incentivar os estudos, escutar suas opiniões, apoiar suas escolhas, sempre orientando com uma visão madura, mas nunca esquecendo de ouví-los. 

A presença constante dos pais nessa fase turbulenta de escolhas, identificação pessoal e ressignificação de sua existência, com certeza irá construir uma relação de confiança, companheirismo e união entre a família, para que passem por esse momento com empatia. 

A importância de ler em família

Uma das formas de fortalecer os vínculos familiares com o filho adolescente é por meio da literatura. A educação precisa fazer parte do incentivo diário dos pais aos filhos e é muito importante nessa fase também.

Por isso, ler em família, motivar seus jovens a se interessarem pela leitura, presenteá-los com livros e passarem momentos juntos conversando sobre histórias e pensando em novas para explorarem, irá proporcionar muitos benefícios, inclusive momentos de reconexão.

Aproveitando essa dica essencial, confira em nossa loja virtual uma lista de livros primordiais e especiais aos adolescentes, que irão ajudá-los na busca de se identificarem e descobrirem novas possibilidades por meio de histórias encantadoras e reflexivas. 

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Como fortalecer os vínculos familiares com meu filho adolescente?

Fortalecer os vínculos familiares é um ato fundamental para o estreitamento dos laços afetivos e uma boa relação com quem é do seu ciclo familiar. Quando crianças, dependemos dos nossos pais para quase tudo, assim, crescemos, conhecemos outras pessoas e acabamos nos distanciando da família naturalmente.

Mas como evitar que isso aconteça?

Quando falamos sobre a adolescência, o vínculo familiar (ou a ausência dele) é um dos temas que mais apavora os pais, que precisam lidar com o desenvolvimento da autonomia dos filhos e entender os comportamentos que são muitas vezes incompreensíveis por parte dos adultos.

A adolescência em questão

Nesta fase do desenvolvimento humano o corpo passa por mudanças, os hormônios falam mais alto e todo um processo de transição ocorre internamente dentro do indivíduo. Assim, é necessário entender primeiro o que é a adolescência e como ela funciona para tentar falar sobre vínculos familiares e como fortalecê-los.

Para você entender melhor, é normal neste período:

  • Querer passar mais tempo com os amigos;
  • Ter uma baixa autoestima;
  • Se irritar com facilidade;
  • Sentir o desejo de independência.

Então vamos ao que interessa, aprender a como ter um laço forte e saudável com seu filho adolescente.

Como fortalecer os vínculos familiares com meu filho adolescente?

Um dos primeiros passos para ter uma relação saudável com os filhos é encontrar interesses em comum. Visto que uma das formas de demonstrar amor é tendo tempo de qualidade com o outro, cultivar momentos em que vocês possuem afinidades abre espaço para uma boa relação, ainda, uma boa alternativa é ver um filme juntos!

Outra dica importante é ter uma escuta ativa, assim, no tempo de lazer, não fale sobre obrigações ou nada que seja rotineiro, aproveite o momento e tente ser visto não apenas como uma figura familiar, mas como um amigo, que entende, escuta e está aberto para uma troca genuína.

Lembre-se: um vínculo afetivo para existir precisa de consentir entre as duas pessoas, havendo a necessidade de um envolvimento mútuo para que de fato uma relação saudável com os filhos floresça.

Por que investir em uma boa relação familiar?

Com nossos filhos, fortalecer os vínculos familiares é uma tarefa importante. Ter por perto quem amamos é essencial para nossa vida e, mesmo que a fase da adolescência seja vista como algo “impossível de lidar”, é apenas uma parte da vida que todos nós passamos.

Paciência, atenção e confiança são aspectos importantes de serem cultivados com nossos filhos nessa etapa da vida.

Dica do Livríssimo

Nós, do Livríssimo, acreditamos no poder da leitura para qualquer tipo de idade. Seja a literatura infantil, para jovens ou adultos, todas elas possuem um poder inegável no desenvolvimento do ser humano.

Neste post te mostramos como fortalecer os vínculos familiares com seu filho e a importância do cultivo dessa relação, mas, se você ainda tem dúvidas e se sente confuso sobre como lidar com seu filho adolescente e conseguir fortalecer esses vínculos familiares, temos uma super dica pra você:

“1 Milhão de Mistérios”

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Neste livro escrito por Severino Rodrigues a história de dois adolescentes é contada de forma reflexiva e interessante para o leitor. Com temas pertinentes e que envolvem situações que a maioria dos jovens passam, o livro traz temas como a baixa autoestima, crises de pânico e timidez dentro do seu enredo.

Você tem três opções: Ler e entender melhor sobre essa fase do desenvolvimento humano, adquirir e dar de presente para seu filho compreender os processos que ele mesmo está passando, ou juntar os dois e ler juntos!

E aí, vai ficar fora dessa? Entre na nossa lojinha virtual e garanta já o seu!

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Dia 25 de Junho se comemora o Dia do Imigrante. Saiba mais!

O Dia do Imigrante surgiu a partir do decreto nº 30.128 realizado em 14 de junho de 1957. A data, por sua vez, foi escolhida para coincidir com o fim das celebrações da semana de imigração japonesa e até hoje carrega uma importância inegável dentro de nossa história.

O Brasil, desde a abertura dos portos em 1808, declarada por Dom João VI, tornou-se um dos países que carregam em sua cultura uma diversidade étnica e cultural, consequente da miscigenação dos povos, que aconteceu após a chegada de italianos, alemães, ucranianos, poloneses, entre outros, para a obtenção de terras dentro do país.

Um dos resquícios que comprovam o acontecimento das imigrações é a existência de mais de 20 milhões de pessoas dentro do Brasil que possuem algum grau de descendência italiana, por exemplo.

A importância da comemoração do Dia do Imigrante

Atualmente, segundo dados do CONARE (Comitê Nacional para Refugiados) os índices de imigrantes no Brasil se concentram em maior parte entre refugiados venezuelanos, congoleses e sírios.

A imigração no Brasil não aconteceu apenas pelos interesses materiais dentro do país, mas também pela quantidade de refugiados que se abrigaram (e ainda abrigam) nossa nação. O dia do imigrante celebra e comemora a vida dessas pessoas. 

Inclusive, também em junho, no dia 20, comemora-se o Dia do Refugiado. Data para pensar e discutir o tema na sociedade.

Você sabia?

  • 34% dos refugiados concluíram o ensino superior em seus países de origem;
  • Em São Paulo há o Museu dos Imigrantes, criado para contemplar as memórias da história da imigração no país;
  • Em 2021 foram constatados 986.919 mil imigrantes no Brasil..

Como falar de imigração e refugiados com meus filhos?

Faz parte do processo de educar nossos filhos ter que falar sobre temáticas complexas, afinal, é melhor saberem por nós que somos pais, do que por outra pessoa. Visto isso, preparamos dois livros para você ler para seus filhos que podem ser essenciais para ajudá-lo a entender mais sobre o assunto de forma descontraída e emocionante.

O Haiti de Jean

O enredo dessa história se baseia na família de Jean, um garoto cujo pai tentava buscar um lugar melhor para ele e sua família viver, visto que após um fenômeno natural destrutivo dentro do país, habitar o local se tornou algo perigoso.

A narrativa emocionante mostra as dificuldades da população haitiana e demonstra a partir de uma perspectiva ampla as dificuldades das pessoas de recomeçar após uma tragédia que afetou uma nação inteira.

O Haiti de Jean é um livro de superação e determinação, uma ótima oportunidade para introduzir o assunto aos pequenos!

Layla, a menina síria

Por causa da guerra na Síria, Layla e sua família tiveram que deixar o país. A história mostra os desafios de recomeçar tudo do zero em um novo local, o Brasil. A narrativa é contada pela própria Layla e mostra como a menina precisou lidar com memórias tristes e se adaptar à nova realidade.

O livro Layla, a menina síria contempla uma situação muito comum para quem é imigrante e refugiado. Dessa forma, destrincha não só a situação como também os sentimentos de quem passa por isso, uma ótima história de ler para seus filhos.

Gostou das nossas super dicas? Aqui no Livríssimo você encontra isso e muito mais! Fique de olho nos nossos artigos e se prepare para ler os melhores conteúdos sobre educação infantil, livros e elementos que permeiam a construção do indivíduo como ser dentro da sociedade!

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Pega a visão! Cabeças pensantes, revolução em curso!

Pega a visão e se liga que o presente é coisa do passado! Um monte de histórias inspiradas em outras tantas, com dicas de Penélope Martins.

Cabeças pensantes, revolução em curso!

A origem da palavra revolução vem do latim e significa dar voltas. O prefixo “re” ajusta o movimento para que a ação aconteça de novo e de novo e de novo. “Botar o pião para girar”, será que é assim o início de uma revolução? 

O compositor Chico Buarque deixou cravado na história uma narrativa que utiliza essa metáfora do pião para lembrar outras experiências de transformação da realidade.

De dentro para fora, incluindo memórias e saudades para acelerar as emoções, o poeta faz rodar o tempo nas voltas do coração extrapolando em metáforas as revoluções nas relações humanas.

Uma revolução pressupõe uma transformação de algum tipo de situação em que liberdades são cerceadas para beneficiar alguns poucos detentores de poder. Foi assim a Revolução Francesa, no final do século XVIII, com objetivo de derrubar a monarquia e instaurar um regime que assegurasse os direitos dos cidadãos trabalhadores.

Daquele rodopio todo pode-se ler na bandeira francesa os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, que influenciaram políticas pelo mundo afora. Mas não foi só beleza pura que rolou dessa revolução, cabeças também giraram da guilhotina, a tal máquina repressora que foi inventada, curiosamente, para “igualar” os condenados.

A revolução dos bichos

Dois séculos depois, nas linhas de uma fábula ácida, o escritor George Orwell descreve outro tipo de revolução: Animal Farm, ou, A Revolução dos Bichos. Publicada na Inglaterra, em 17 de agosto de 1945, a história dá voz aos animais da fazenda que tomam o poder colocando para correr o homem dono do lugar. 

O novo sistema de gestão, protagonizado pelos porcos que, teoricamente, seriam os mais informados e sábios, seria o resultado de um conjunto de ideais de igualdade e justiça. Tudo muito bonito não fossem os porcos apaixonados pelo poder. Devem ter aprendido com os seres de duas pernas!

Além de fazer compreender o século XX, a narrativa de Orwell é uma alegoria que bota lenha para queimar na crítica sobre outras revoluções, a soviética, especificamente, que, apesar de debater propostas de valorização dos direitos dos trabalhadores, acabou por salgar a vida do povo com um sistema rígido, engessado e totalitário.

“Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião”

“Roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião”, cantarolam os que sabem a canção de Buarque, enquanto a cabeça frita pensando em como dar fim às tantas injustiças. Seria “o homem o lobo do homem”? O filósofo Thomas Hobbes estava certíssimo nessa afirmativa rodopiante que engole a espécie humana? 

Os escritos de George Orwell deram muitas voltas, saindo das páginas e inspirando obras de outros artistas. A banda Pink Floyd, por exemplo, com o álbum Animal, e The Clash, grupo de música punk, prestigiaram a leitura escrevendo canções a partir do livro.  

Sorte que a arte faz do limão uma limonada menos ácida. Pensar na política é enfrentar a fera de compreender a história, e ainda tem aquele negócio de colocarem a conta na próxima geração, uma responsa com frase bem intencionada (contém ironia): “você é jovem, o futuro depende de você”. 

Pega a visão: Rapadura é doce, mai num é mole, não! 

Você tem aí uma dose de ousadia para pensar um mundo melhorzinho, de preferência sem guilhotinas para fazer rodar cabeças? Melhor não desanimar e fortalecer a musculatura. A travessia é longa e mais punk que o The Clash. 

É preciso rodar de ler o mundo, mundo, vasto mundo – e se a gente se chamasse Raimundo seria somente uma rima, definitivamente não seria uma solução (isso foi outro poeta quem disse, o Drummond). 

TOP curiosidades

  1. George Orwell largou sua vida de escritor durante seis meses para lutar contra o fascismo na Guerra Civil Espanhola;  
  2. Carlos Drummond escreveu poemas para registrar os horrores da Segunda Guerra Mundial; 
  3. No mesmo mês de junho de 1944, nasceu o poeta Chico Buarque e os soldados Aliados desembarcaram na praia da Normandia para enfrentar os nazistas.

Pega a visão e cai dentro!

Para quem quer compreender a realidade com uma boa dose de narrativa fantástica com dramas sombrios que incluem monstros extraordinários, o filme do cineasta Guillermo del Toro, “O Labirinto do Fauno”, é uma excelente recomendação. 

A história acontece após a guerra civil espanhola, no final da segunda guerra, e utiliza uma linguagem de contos de fadas para demonstrar a tensão daquele momento. 

A personagem protagonista é Ofélia, uma menina órfã de pai, cuja mãe se casa com um general fascista das tropas de Franco. Um ser mitológico, o Fauno, assume o papel de “tutor” dessa heroína que atravessa as paredes da casa para enfrentar o pior dos pesadelos.

Se liga! 

Pega a visão! Nas nossas prateleiras virtuais você pode conhecer a obra A Revolução dos Bichos em dois formatos: em quadrinhos, com texto adaptado por Lillo Parra e Chairim; e texto integral traduzido por Eric Novello, com projeto gráfico ilustrado por Gustavo Piqueira. Confira e garanta o seu!

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Como usar livros para aprender uma língua estrangeira?

Usar livros para aprender uma língua estrangeira pode ser um bom caminho para uma aprendizagem eficiente do idioma. O conselho vale para crianças, jovens, e até mesmo adultos.

A leitura tem um poder fascinante na vida do indivíduo, ela ajuda na absorção do conhecimento, auxilia na interpretação, produz novas percepções sobre diversos assuntos e também influencia no bem-estar.

Ler faz parte do nosso cotidiano e diariamente precisamos usar a nossa expertise para aprender novos conteúdos e discernir situações através da leitura. No entanto, ler livros pode nos auxiliar em um compilado de atividades, entre elas, a aprendizagem de uma nova língua.

Como usar livros para aprender uma língua estrangeira?

Uma das práticas mais famosas para quem quer aprender um novo idioma é tentar inserir a língua desejada em atividades que já temos o costume de escutar/ler/assistir. Essa prática pode ajudar na compreensão e entendimento, uma vez que já estamos habituados com a dinâmica das tarefas em questão.

Todo mundo tem um livro favorito, não é mesmo? Algumas pessoas costumam até mesmo saber as falas dos personagens de cor e gostam de relê-las periodicamente.

Ler uma versão desses livros preferidos no idioma que está tentando aprender é uma ótima dica para quem está no processo de aprendizagem de uma língua estrangeira. 

Dessa forma, a associação do conteúdo é realizada de forma mais clara e fácil por ser algo em que já é familiar para pessoa em questão.

Com qual livro começar?

Para usar livros para aprender uma língua estrangeira você pode seguir por três caminhos:

Livros infantis

Por usarem uma gramática de fácil compreensão são os mais indicados para quem está iniciando o aprendizado de outra língua e está no nível básico. Nesse tipo de leitura é comum encontrar expressões que são bastante utilizadas e entendê-las com mais facilidade pela presença de ilustrações (muito comuns nesse gênero literário).

Livros favoritos

Se uma pessoa tem como seu livro favorito Harry Potter, por exemplo, tentar lê-lo em outro idioma pode ajudar muito na associação do conteúdo. Mas claro, a leitura de livros como este são mais complexas, sendo indicadas para quem quer aprender a língua, mas já está em um nível superior ao básico em questão de aprendizado.

Uma tática importante nessa situação é fazer a comparação entre as duas versões do livro, uma em sua linguagem nativa e a outra na que está tentando aprender.

Confira a nossa loja virtual

Queremos te ajudar nessa jornada! Se você é pai ou mãe, seu filho está no processo de aprendizagem de uma nova língua, e você quer ensiná-lo a utilizar os livros como auxílio no estudo de outro idioma, você está no lugar certo.

Na nossa loja virtual você encontra dois clássicos em edições bilíngues! O pequeno príncipe e também Pollyanna e Pollyanna Moça! Não perca essa oportunidade de incentivar quem você ama!

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